| São recordações as rendas pretas, E esses olhos verdes que não esqueço... São lembranças da memória...são secretas E esses beijos que me deste, eu não os mereço. Só mais tarde vem o amor sem esperar... E se eu não estiver, não venhas para este cais, Porque sem destino ninguém pode querer amar, E se chegas cedo para o amor é tarde demais. São recordações lembranças do passado, De um amor que fez história como tantos, Não sei se amar-te foi pecado... Mas sei que por amor muitos são santos. |
quinta-feira, agosto 30, 2007
São....
terça-feira, agosto 28, 2007
Para ti...

Rasguei o meu coração em dois…
Pelo tempo que pensava perdido…
Pensei que deixando para depois
Não ficaria com o coração partido.
Queria tocar-te uma linda melodia,
Que tu gostasses e pudesses ouvir…
E quando ouvisses sentisses a magia…
Que eu ao tocar consigo sentir…
Coloquei algumas notas…dó, ré, mi fá, sol…
E na pauta elas bailavam…
Com o ritmo, o sustenido e o bemol…
E a harmonia linda que deixavam.
E eu que de músico tenho tão pouco,
Brinquei com as notas…dó, ré, mi…
Mas por mais que me chamem louco…
Fiz esta música a pensar em ti.
Pelo tempo que pensava perdido…
Pensei que deixando para depois
Não ficaria com o coração partido.
Queria tocar-te uma linda melodia,
Que tu gostasses e pudesses ouvir…
E quando ouvisses sentisses a magia…
Que eu ao tocar consigo sentir…
Coloquei algumas notas…dó, ré, mi fá, sol…
E na pauta elas bailavam…
Com o ritmo, o sustenido e o bemol…
E a harmonia linda que deixavam.
E eu que de músico tenho tão pouco,
Brinquei com as notas…dó, ré, mi…
Mas por mais que me chamem louco…
Fiz esta música a pensar em ti.
sábado, agosto 18, 2007
A tua voz,,,,

Ando inquieto e muito agitado…
Neste mundo de barulhos cheio,
Perco o rumo…vou não sei para que lado???
Ouvi uma voz…mas não sei de onde veio.
Queria entrar no silêncio que há em mim,
Fechar os olhos para melhor escutar…
Porque ando agitado neste e noutro frenesim,
Paro e olho…escuto não ouço…e fico a olhar.
De repente desce a noite na minha vida…
E com ela a lua, as estrelas, o silêncio e a calma…
E consigo entre as vozes distinguir a mais querida,
Que numa noite estrelada me ensinou a escutar a alma.
Já não sei aonde ia …nem lembro a hora,
Esqueci até o nome daquela dita rua…
Mas esse som que ouvi e recordo agora…
Era uma voz…e só podia ser a tua.
E ficámos…lembras? Juntos nessa noite silenciada
A olhar as estrelas, o céu e a nossa lua…
Ficamos assim…sem escutar mais nada…
Apenas as vozes….tu a minha e eu a tua.
Neste mundo de barulhos cheio,
Perco o rumo…vou não sei para que lado???
Ouvi uma voz…mas não sei de onde veio.
Queria entrar no silêncio que há em mim,
Fechar os olhos para melhor escutar…
Porque ando agitado neste e noutro frenesim,
Paro e olho…escuto não ouço…e fico a olhar.
De repente desce a noite na minha vida…
E com ela a lua, as estrelas, o silêncio e a calma…
E consigo entre as vozes distinguir a mais querida,
Que numa noite estrelada me ensinou a escutar a alma.
Já não sei aonde ia …nem lembro a hora,
Esqueci até o nome daquela dita rua…
Mas esse som que ouvi e recordo agora…
Era uma voz…e só podia ser a tua.
E ficámos…lembras? Juntos nessa noite silenciada
A olhar as estrelas, o céu e a nossa lua…
Ficamos assim…sem escutar mais nada…
Apenas as vozes….tu a minha e eu a tua.
quinta-feira, agosto 16, 2007
A ESTRELA...

Olhei distraído o céu estrelado…
Senti a magia da noite escura…
Soltei as asas do meu sonho alado,
E vi uma luz à minha procura.
Cada estrela…um brilho diferente…
Que reflectia nos meus olhos brilhantes,
Sem querer…parei de repente…
Fechei os olhos por meros instantes.
Uma estrela ardia brilhando…
E distinguia-se no céu prateado…
Fiquei parado…sentindo…olhando…
E vi o teu rosto no céu espelhado.
Na imensidão das estrelas brilhantes…
Quis dar-lhe um nome que não fosse o meu…
E mesmo sabendo que estão distantes…
Naquela estrela… vou ler sempre o teu!
Senti a magia da noite escura…
Soltei as asas do meu sonho alado,
E vi uma luz à minha procura.
Cada estrela…um brilho diferente…
Que reflectia nos meus olhos brilhantes,
Sem querer…parei de repente…
Fechei os olhos por meros instantes.
Uma estrela ardia brilhando…
E distinguia-se no céu prateado…
Fiquei parado…sentindo…olhando…
E vi o teu rosto no céu espelhado.
Na imensidão das estrelas brilhantes…
Quis dar-lhe um nome que não fosse o meu…
E mesmo sabendo que estão distantes…
Naquela estrela… vou ler sempre o teu!
terça-feira, agosto 07, 2007
Escultura inacabada...

Peguei nas tuas mãos pacientes…
Um pouco recatadas…
E tu deixas-te…
Juntei às tuas as minhas mãos quentes,
Um pouco calejadas…
E tu sentis-te…
Deixaste-te guiar pelo barro macio…
Um pouco molhado…
E consentiste…
Nasceu sem alma, sem calor, fria…
Inacabada…
E reflectis-te:
Nem sempre se termina,
Uma obra imaginada…
Mas basta o que se imagina,
P’rá sentir terminada.
Será sempre inacabada…
Essa escultura que os dois
Iniciámos de mão dada…
E vamos deixando para depois.
Um pouco recatadas…
E tu deixas-te…
Juntei às tuas as minhas mãos quentes,
Um pouco calejadas…
E tu sentis-te…
Deixaste-te guiar pelo barro macio…
Um pouco molhado…
E consentiste…
Nasceu sem alma, sem calor, fria…
Inacabada…
E reflectis-te:
Nem sempre se termina,
Uma obra imaginada…
Mas basta o que se imagina,
P’rá sentir terminada.
Será sempre inacabada…
Essa escultura que os dois
Iniciámos de mão dada…
E vamos deixando para depois.
domingo, julho 15, 2007
Pára...
Pára um momento junto a Mim…
Eu sou Teu Deus e Senhor…
Tenho-te gravado na palma da mão…
Com um amor eterno e sem fim…
Com um amor eterno e sem fim…
Pára um momento…
Pára um momento…
Pára um momento junto a Mim…
( desconheço autor)
Eu sou Teu Deus e Senhor…
Tenho-te gravado na palma da mão…
Com um amor eterno e sem fim…
Com um amor eterno e sem fim…
Pára um momento…
Pára um momento…
Pára um momento junto a Mim…
( desconheço autor)
sexta-feira, julho 13, 2007
Desilusão...
D'algumas pessoas que conheço...
Sinto somente desilusão...
Ou por não ser o que pareço,
Ou por não serem o que são.
Sinto...mas não esqueço,
Elas...sentirão ? Ou não?!
Sinto somente desilusão...
Ou por não ser o que pareço,
Ou por não serem o que são.
Sinto...mas não esqueço,
Elas...sentirão ? Ou não?!
quinta-feira, julho 12, 2007
cansa-me...
Cansa-me a rotina…
O dia-a-dia sempre igual,
O rosto das mesmas pessoas,
O ter de usar capa e batina,
Ou o vestir de forma informal,
E o proferir palavras más e boas.
Mas cansa-me a rotina,
E eu canso também os outros,
Cansa-me ter de dobrar a esquina,
Cansa-me a correria dos loucos,
Cansa-me parar e correr e ficar a pensar…
Mas preciso de parar e ver as misérias…
Porque se calhar também me vou cansar,
Da vida descansada…e do tempo de férias…
Tudo para mim é cansaço…
Mas sinto que ainda por cima…
Me canso do que faço e não faço…
Mas…cansa-me a rotina…
O dia-a-dia sempre igual,
O rosto das mesmas pessoas,
O ter de usar capa e batina,
Ou o vestir de forma informal,
E o proferir palavras más e boas.
Mas cansa-me a rotina,
E eu canso também os outros,
Cansa-me ter de dobrar a esquina,
Cansa-me a correria dos loucos,
Cansa-me parar e correr e ficar a pensar…
Mas preciso de parar e ver as misérias…
Porque se calhar também me vou cansar,
Da vida descansada…e do tempo de férias…
Tudo para mim é cansaço…
Mas sinto que ainda por cima…
Me canso do que faço e não faço…
Mas…cansa-me a rotina…
quarta-feira, julho 11, 2007
Uma lágrima transparente...
quinta-feira, julho 05, 2007
SONS ( O gemido do clarinete e o meu grito)
| Alguém transmite em ti, Uma força, um som, um viver... Algo mais se sente, eu ouvi, E fiquei a olhar, a sentir e a ver. Cada nota um gemido Cada sopro um soluçar Pareceu- me ter- te ouvido A chorar e a cantar. Melancólico esse canto E as lágrimas que ondulavam Pela pauta , doce pranto Que as notas soluçavam. Fico a escutar na solidão Essa melodia que tu choras Uma nota, um gemido, uma canção, Um segundo, dois minutos, umas horas. E a paz que me traz esse canto E o momento que p'rã mim é infinito Não sei se erga a voz de espanto, Ou junte à tua melodia o meu grito. E do meu grito e o teu gemido, vejo surgir Essa música que choras, essa canção Fico só a olhar- te, a ver- te e a sentir Fico só, com a tua melodia e a minha solidão. |
segunda-feira, julho 02, 2007
Sim Quero...
Sinto em mim...
A voz que me chama,
Sinto em mim essa vontade
E o receio da fraqueza humana.
Sinto e quero estender a mão,
Sinto e quero seguir o caminho
Sinto o calor e a emoção
Sinto a oferta do Teu carinho.
Tantas vezes quis, agora o consegui
Seguir Teus passos, reflexo do que senti.
Saber que nada sou, nada sei
Mas sinto esta vontade em mim
Dizer-Te que em Ti confio e confiarei
Essa a razão que me leva a dizer, sim.
Se tantas vezes o quis realizar,
Agora é o momento derradeiro,
Faço-o por amor e para amar,
Porque alguém me amou primeiro.
Aos altos e baixos andei tacteando o caminho,
E mesmo sendo mau, nunca me deixaste sózinho.
Quero então seguir-Te,
Mas a confiança de Ti a espero...
Ajuda na minha pequenez a saber pedir-Te,
E a dizer-te, hoje,amanhã e depois...sim quero.
( 2 de Julho de 2000)
A voz que me chama,
Sinto em mim essa vontade
E o receio da fraqueza humana.
Sinto e quero estender a mão,
Sinto e quero seguir o caminho
Sinto o calor e a emoção
Sinto a oferta do Teu carinho.
Tantas vezes quis, agora o consegui
Seguir Teus passos, reflexo do que senti.
Saber que nada sou, nada sei
Mas sinto esta vontade em mim
Dizer-Te que em Ti confio e confiarei
Essa a razão que me leva a dizer, sim.
Se tantas vezes o quis realizar,
Agora é o momento derradeiro,
Faço-o por amor e para amar,
Porque alguém me amou primeiro.
Aos altos e baixos andei tacteando o caminho,
E mesmo sendo mau, nunca me deixaste sózinho.
Quero então seguir-Te,
Mas a confiança de Ti a espero...
Ajuda na minha pequenez a saber pedir-Te,
E a dizer-te, hoje,amanhã e depois...sim quero.
( 2 de Julho de 2000)
sábado, junho 30, 2007
SAUDADE???
Quando te toca lá dentro,
E tu te sentes...tocado...
Sabes!...Não sabes???...Sabes e sentes...
E ao menos por um momento,
Sabes...mas sentes calado.
Querias ouvir...de mansinho...
Querias sentir...a presença...
Sentir o calor do carinho...
Sentir o olhar da diferença...
Mas quando te toca lá dentro...
Mesmo contra a tua vontade...
O que sentiste nesse momento...
Chamarás no futuro...saudade.
E tu te sentes...tocado...
Sabes!...Não sabes???...Sabes e sentes...
E ao menos por um momento,
Sabes...mas sentes calado.
Querias ouvir...de mansinho...
Querias sentir...a presença...
Sentir o calor do carinho...
Sentir o olhar da diferença...
Mas quando te toca lá dentro...
Mesmo contra a tua vontade...
O que sentiste nesse momento...
Chamarás no futuro...saudade.
quarta-feira, junho 27, 2007
Hoje...
Hoje parei para sentir...
Os dias da vida percorrida,
As noites da escura mágoa , consentida...
O vazio sentido sem fingir...
No emaranhado dos sentimentos...
Na chuva turbulenta das ideias...
Nas tempestuosas palavras saídas em relâmpago,
Fechei os olhos para ver melhor...
E apesar de contraditória sensação...
Na certeza do agora não ser o fim...
Tive uma força fraquinha e disse não...
Porque mesmo sem querer...sinto o meu sim...
Os dias da vida percorrida,
As noites da escura mágoa , consentida...
O vazio sentido sem fingir...
No emaranhado dos sentimentos...
Na chuva turbulenta das ideias...
Nas tempestuosas palavras saídas em relâmpago,
Fechei os olhos para ver melhor...
E apesar de contraditória sensação...
Na certeza do agora não ser o fim...
Tive uma força fraquinha e disse não...
Porque mesmo sem querer...sinto o meu sim...
terça-feira, junho 26, 2007
Depois....
Não há antes, nem depois…
Há agora….
Não há um, mas há dois…
Há agora?
Não há vazio, mas há cheio…
Há agora !!!
Não há belo, nem há feio…
Há agora ?!!
Mas….
Se houver antes, há depois…
Há agora.
Há agora….
Não há um, mas há dois…
Há agora?
Não há vazio, mas há cheio…
Há agora !!!
Não há belo, nem há feio…
Há agora ?!!
Mas….
Se houver antes, há depois…
Há agora.
sexta-feira, junho 01, 2007
Hoje...
Hoje acordei...
Envolto numa tempestade,
De pensamentos.
Hoje sonhei...
Por minha vontade,
Alguns momentos.
Hoje ao acordar...
Do sono que invade,
Os sonolentos...
Abri os olhos...
Continuei a sonhar
Com esses momentos...
Em que acordo
Envolto em tempestades
De pensamentos...
Envolto numa tempestade,
De pensamentos.
Hoje sonhei...
Por minha vontade,
Alguns momentos.
Hoje ao acordar...
Do sono que invade,
Os sonolentos...
Abri os olhos...
Continuei a sonhar
Com esses momentos...
Em que acordo
Envolto em tempestades
De pensamentos...
sábado, outubro 28, 2006
Aborto
Fechado na mentira do teu corpo,
Mãe:
Submerso em lodaçal…
Traição de vidas a dormir em paz,
Amores cegos de destinos sem verdade.
Sois vós.
Um fel negro, apunhalante, se rasga
Desfeito em riscos cruéis
A gargalhar liberdades…
Sois vós.
Vidas rasgadas na floração,
Beijadas de escarros e podridão…
Somos nós.
E o sangue a bramir
Nas veias acesas, em convulsões de desejos,
Gestos de loucura, sangrentos,
Sois vós.
E há corpos a marulhar
Como lavas de vulcão
Que a terra negra vomita…
Somos nós.
Ondas de mares revoltos
A esfarraparem-se, doidas,
Nas areias escaldantes
Das vossas praias de sombra e de noite…
Somos nós.
Morrerá a nossa vida;
Nascerá a vossa angústia.
Partirão lemes e asas em nós.
Ficarão correntes de aço em fúria
E turbilhões de remorsos em vós.
( anónimo)
Mãe:
Submerso em lodaçal…
Traição de vidas a dormir em paz,
Amores cegos de destinos sem verdade.
Sois vós.
Um fel negro, apunhalante, se rasga
Desfeito em riscos cruéis
A gargalhar liberdades…
Sois vós.
Vidas rasgadas na floração,
Beijadas de escarros e podridão…
Somos nós.
E o sangue a bramir
Nas veias acesas, em convulsões de desejos,
Gestos de loucura, sangrentos,
Sois vós.
E há corpos a marulhar
Como lavas de vulcão
Que a terra negra vomita…
Somos nós.
Ondas de mares revoltos
A esfarraparem-se, doidas,
Nas areias escaldantes
Das vossas praias de sombra e de noite…
Somos nós.
Morrerá a nossa vida;
Nascerá a vossa angústia.
Partirão lemes e asas em nós.
Ficarão correntes de aço em fúria
E turbilhões de remorsos em vós.
( anónimo)
terça-feira, outubro 17, 2006
Os olhos...
Olhos negros são paixão…
Os castanhos são pecados,
Os azuis não sei que são!
E os verdes são traição,
De sentimentos atraiçoados.
Os cabelos são beleza
Nem sequer importa a cor,
Mas os lábios de certeza
Tem diferente sabor.
O importante é sentir,
O que sente o coração
Os olhos, os cabelos, e os lábios a sorrir,
Fingem ser o que não são.
Tudo o que é secundário
Não é fundamental...
NO amor o que é primário
Ê não saber definir,
Nem sequer explicar,
Que se sente sem fingir,
E se ama sem medir,
Sem saber se é amar.
Os castanhos são pecados,
Os azuis não sei que são!
E os verdes são traição,
De sentimentos atraiçoados.
Os cabelos são beleza
Nem sequer importa a cor,
Mas os lábios de certeza
Tem diferente sabor.
O importante é sentir,
O que sente o coração
Os olhos, os cabelos, e os lábios a sorrir,
Fingem ser o que não são.
Tudo o que é secundário
Não é fundamental...
NO amor o que é primário
Ê não saber definir,
Nem sequer explicar,
Que se sente sem fingir,
E se ama sem medir,
Sem saber se é amar.
quarta-feira, setembro 20, 2006
QUANDO EU TE FALEI DE AMOR
Quando os meus olhos te tocaram
Eu senti que encontrara
A outra metade de mim
Tive medo de acordar, como se vivesse um sonho
Que não pensei em realizar
E a força do desejo
Faz-me chegar perto de ti
QUANDO EU TE FALEI EM AMOR
TU SORRISTE PARA MIM
E O MUNDO FICOU BEM MELHOR
QUANDO EU TE FALEI EM AMOR
NÓS SENTIMOS OS DOIS
QUE O AMANHÃ VEM DEPOIS
E NÃO NO FIM
Estas linhas que hoje te escrevo
São do livro da memória
Do que eu sinto por ti
E tudoo que me dás é parte da história
Que eu ainda não vivi
( Luís Oliveira)
Lindooooooooooooooo....poema...
Eu senti que encontrara
A outra metade de mim
Tive medo de acordar, como se vivesse um sonho
Que não pensei em realizar
E a força do desejo
Faz-me chegar perto de ti
QUANDO EU TE FALEI EM AMOR
TU SORRISTE PARA MIM
E O MUNDO FICOU BEM MELHOR
QUANDO EU TE FALEI EM AMOR
NÓS SENTIMOS OS DOIS
QUE O AMANHÃ VEM DEPOIS
E NÃO NO FIM
Estas linhas que hoje te escrevo
São do livro da memória
Do que eu sinto por ti
E tudoo que me dás é parte da história
Que eu ainda não vivi
( Luís Oliveira)
Lindooooooooooooooo....poema...
terça-feira, maio 30, 2006
Habituei-me
Habituei-me a viver assim…
Fiz da vida uma escadaria…
Ás vezes subo…outras dou por mim,
Parado…ou numa correria.
Não quis…não quero…nem queria.
Desperdiçar um minuto…um segundo…
Mas os ponteiros correm cada dia…
E eu não sou único no mundo.
Habituei-me a viver assim…
A subir…e a descer…
Parar?...só no fim…
E quando Deus quiser.
Fiz da vida uma escadaria…
Ás vezes subo…outras dou por mim,
Parado…ou numa correria.
Não quis…não quero…nem queria.
Desperdiçar um minuto…um segundo…
Mas os ponteiros correm cada dia…
E eu não sou único no mundo.
Habituei-me a viver assim…
A subir…e a descer…
Parar?...só no fim…
E quando Deus quiser.
terça-feira, maio 16, 2006
Desistir...
Sinto um desejo enorme...
Uma vontade maior...
De seguir as sensações
De viver as emoções
De saborear e de sentir...
Sem olhar...
Sem pensar...
Somente provar...o mel,
E poder distinguir...o fel,
Mas desejo sentir;
E luto para o conseguir...
E sem querer,acabo, por desistir.
Uma vontade maior...
De seguir as sensações
De viver as emoções
De saborear e de sentir...
Sem olhar...
Sem pensar...
Somente provar...o mel,
E poder distinguir...o fel,
Mas desejo sentir;
E luto para o conseguir...
E sem querer,acabo, por desistir.
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