Quando os meus olhos te tocaram
Eu senti que encontrara
A outra metade de mim
Tive medo de acordar, como se vivesse um sonho
Que não pensei em realizar
E a força do desejo
Faz-me chegar perto de ti
QUANDO EU TE FALEI EM AMOR
TU SORRISTE PARA MIM
E O MUNDO FICOU BEM MELHOR
QUANDO EU TE FALEI EM AMOR
NÓS SENTIMOS OS DOIS
QUE O AMANHÃ VEM DEPOIS
E NÃO NO FIM
Estas linhas que hoje te escrevo
São do livro da memória
Do que eu sinto por ti
E tudoo que me dás é parte da história
Que eu ainda não vivi
( Luís Oliveira)
Lindooooooooooooooo....poema...
quarta-feira, setembro 20, 2006
terça-feira, maio 30, 2006
Habituei-me
Habituei-me a viver assim…
Fiz da vida uma escadaria…
Ás vezes subo…outras dou por mim,
Parado…ou numa correria.
Não quis…não quero…nem queria.
Desperdiçar um minuto…um segundo…
Mas os ponteiros correm cada dia…
E eu não sou único no mundo.
Habituei-me a viver assim…
A subir…e a descer…
Parar?...só no fim…
E quando Deus quiser.
Fiz da vida uma escadaria…
Ás vezes subo…outras dou por mim,
Parado…ou numa correria.
Não quis…não quero…nem queria.
Desperdiçar um minuto…um segundo…
Mas os ponteiros correm cada dia…
E eu não sou único no mundo.
Habituei-me a viver assim…
A subir…e a descer…
Parar?...só no fim…
E quando Deus quiser.
terça-feira, maio 16, 2006
Desistir...
Sinto um desejo enorme...
Uma vontade maior...
De seguir as sensações
De viver as emoções
De saborear e de sentir...
Sem olhar...
Sem pensar...
Somente provar...o mel,
E poder distinguir...o fel,
Mas desejo sentir;
E luto para o conseguir...
E sem querer,acabo, por desistir.
Uma vontade maior...
De seguir as sensações
De viver as emoções
De saborear e de sentir...
Sem olhar...
Sem pensar...
Somente provar...o mel,
E poder distinguir...o fel,
Mas desejo sentir;
E luto para o conseguir...
E sem querer,acabo, por desistir.
sábado, maio 06, 2006
CANTO PARA A VIDA
Sozinho canto ao luar
Na esperança de ver renascer
A alegria que tinha em viver
Junto de Ti, ó meu Deus!
Tal qual pardal assustado
Meu coração se agita chorando
Por não ter Jesus Cristo a seu lado
Para se encher
SÓ LUTANDO CONTRA A ESCRAVIDÃO DO SER
VIVENDO POR UM IDEAL
PODES VER DEUS
E APRENDENDO A PALAVRA QUE
NOS DEU SEU FILHO
UM HOMEM DE PÉ
PODEMOS VIVER:
A PARTILHA, O AMOR, A ESPERANÇA, A FÉ!
Vejo a cidade no vale
Onde buscamos a felicidade
Por caminhos que não são de verdade
Pois não têm ser
O vento sopra gelado
Na montanha do egoísmo instalado
Numa louca corrida em que a morte
Nos quer vencer
Mas eis que renasce a esperança
E a Primavera no meu ser floresce
Qual rebento teimoso no campo
A querer crescer
Olhando de novo a cidade
Vejo uma multidão a descer
A encosta da liberdade
E um jovem acenando com a mão
E a dizer:
(Carlos)
Na esperança de ver renascer
A alegria que tinha em viver
Junto de Ti, ó meu Deus!
Tal qual pardal assustado
Meu coração se agita chorando
Por não ter Jesus Cristo a seu lado
Para se encher
SÓ LUTANDO CONTRA A ESCRAVIDÃO DO SER
VIVENDO POR UM IDEAL
PODES VER DEUS
E APRENDENDO A PALAVRA QUE
NOS DEU SEU FILHO
UM HOMEM DE PÉ
PODEMOS VIVER:
A PARTILHA, O AMOR, A ESPERANÇA, A FÉ!
Vejo a cidade no vale
Onde buscamos a felicidade
Por caminhos que não são de verdade
Pois não têm ser
O vento sopra gelado
Na montanha do egoísmo instalado
Numa louca corrida em que a morte
Nos quer vencer
Mas eis que renasce a esperança
E a Primavera no meu ser floresce
Qual rebento teimoso no campo
A querer crescer
Olhando de novo a cidade
Vejo uma multidão a descer
A encosta da liberdade
E um jovem acenando com a mão
E a dizer:
(Carlos)
sexta-feira, março 17, 2006
Estava marcada
Corremos na vida,
Corremos para nada…
Já está decidida…
Tem hora marcada.
Mas esta certeza
Não vale de nada,
Corremos prá mesa
Corremos prá estrada.
Mas chega a hora…
E chega o momento…
Não é amanha, é agora…
Que eu paro no tempo.
Paro e penso….
E fico a pensar…
No instante intenso
Que me fez parar.
Naquele companheiro
Que corria veloz…
Partiu em primeiro,
E atrás vamos nós.
Corria na vida…
Corria para nada…
Já estava decidida…
Tinha a hora marcada.
Corremos para nada…
Já está decidida…
Tem hora marcada.
Mas esta certeza
Não vale de nada,
Corremos prá mesa
Corremos prá estrada.
Mas chega a hora…
E chega o momento…
Não é amanha, é agora…
Que eu paro no tempo.
Paro e penso….
E fico a pensar…
No instante intenso
Que me fez parar.
Naquele companheiro
Que corria veloz…
Partiu em primeiro,
E atrás vamos nós.
Corria na vida…
Corria para nada…
Já estava decidida…
Tinha a hora marcada.
domingo, março 12, 2006
QUERO?
Sinto um desejo enorme,
Uma vontade maior…
De seguir as sensações
De viver as emoções,
De saborear e de sentir.
Sem olhar…
Sem pensar…
Somente provar…o mel,
E poder distinguir…o fel,
Mas desejo sentir….
E luto para o conseguir…
Sem querer…acabo por desistir.
Uma vontade maior…
De seguir as sensações
De viver as emoções,
De saborear e de sentir.
Sem olhar…
Sem pensar…
Somente provar…o mel,
E poder distinguir…o fel,
Mas desejo sentir….
E luto para o conseguir…
Sem querer…acabo por desistir.
sexta-feira, março 10, 2006
ACREDITO….
Gosto de me sentir útil…
Quebra a monotonia.
Sentir que alguém me espera,
Saber que alguém pensa em mim,
Seja noite ou seja dia.
Saber que sou pequeno…inocente…
Saber que tudo devo a Alguém…
Sentir como sente toda a gente…
Mas não querer acreditar somente,
Naquilo que nos convém.
Ser livre e poder voar para longe,
Sem saber que destino levarei,
Sem pensar como sempre eu pensei…
Sem querer perder-me aqui e além.
E em Ti encontrar de novo a fonte,
Que em guia neste longo horizonte.
Sem ter medo de dizer a toda a gente…
Tu és o semeador, nós a semente.
Quero em Ti perder-me por amor e sem receio….
Quero dizer a todos em Quem creio.
Quebra a monotonia.
Sentir que alguém me espera,
Saber que alguém pensa em mim,
Seja noite ou seja dia.
Saber que sou pequeno…inocente…
Saber que tudo devo a Alguém…
Sentir como sente toda a gente…
Mas não querer acreditar somente,
Naquilo que nos convém.
Ser livre e poder voar para longe,
Sem saber que destino levarei,
Sem pensar como sempre eu pensei…
Sem querer perder-me aqui e além.
E em Ti encontrar de novo a fonte,
Que em guia neste longo horizonte.
Sem ter medo de dizer a toda a gente…
Tu és o semeador, nós a semente.
Quero em Ti perder-me por amor e sem receio….
Quero dizer a todos em Quem creio.
terça-feira, março 07, 2006
CHORAM....
Choram as cordas do violino
Choram baixinho,um pouco trémulas...
Choram um canto,choram um hino ?
E eu sem saber fico a ouvi-las.
A pouco e pouco se vai ouvindo.
Aos pedaços se entende triste canção,
As cordas vibram, e o som subindo...
Deixam sentir tamanha emoção.
Mas, choram as cordas do violino...
Um canto tétrico de qualquer parte,
Nasceram p’ra chorar, triste destino
Um hino melancólico com tanta arte.
É eu ao ouvi-las começo a sentir...
A emoção das cordas vibradas,
E, fala aquele hino das cordas a sair,
De um destino a que estão destinadas.
Choram as cordas do violino
E eu choro com elas de emoção...
Choram baixinho, choram um hino,
Um canto melódico e uma canção.
S.P
Choram baixinho,um pouco trémulas...
Choram um canto,choram um hino ?
E eu sem saber fico a ouvi-las.
A pouco e pouco se vai ouvindo.
Aos pedaços se entende triste canção,
As cordas vibram, e o som subindo...
Deixam sentir tamanha emoção.
Mas, choram as cordas do violino...
Um canto tétrico de qualquer parte,
Nasceram p’ra chorar, triste destino
Um hino melancólico com tanta arte.
É eu ao ouvi-las começo a sentir...
A emoção das cordas vibradas,
E, fala aquele hino das cordas a sair,
De um destino a que estão destinadas.
Choram as cordas do violino
E eu choro com elas de emoção...
Choram baixinho, choram um hino,
Um canto melódico e uma canção.
S.P
domingo, março 05, 2006
EGOISMO
Queria encontrar-me…
Num mundo cheio de gente.
Queria ter um canto…
Um canto só para mim,
E para o meu egoísmo.
Procurei…e ninguém,
Me cedeu um pedaço do seu canto.
Continuei à procura…
E por fim encontrei um…
Um canto vazio só para mim.
Nele me afundei…
E não deixei que ele…
Fosse de mais alguém.
Queria encontrar-me…
Mas perdi-me no meu EU…
Num mundo cheio de gente.
Queria ter um canto…
Um canto só para mim,
E para o meu egoísmo.
Procurei…e ninguém,
Me cedeu um pedaço do seu canto.
Continuei à procura…
E por fim encontrei um…
Um canto vazio só para mim.
Nele me afundei…
E não deixei que ele…
Fosse de mais alguém.
Queria encontrar-me…
Mas perdi-me no meu EU…
quinta-feira, março 02, 2006
Foi na cruz II
Foi lá que morreu Jesus,
E muitos puderam ver…
Carregar nos ombros a cruz…
P’ra nela depois morrer.
E um tal de Cireneu
Pode tomar-lhe o peso…
Mas foi Jesus quem morreu,
Apesar de estar ileso.
Foi na cruz que morreu…
E nela, Ele nos salvou
E o Pai estando no céu
Com amor… O ressuscitou.
Era a semente da vida…
Semente que frutificou,
Eis na cruz a morte vencida,
Na cruz, a vida… germinou.
E muitos puderam ver…
Carregar nos ombros a cruz…
P’ra nela depois morrer.
E um tal de Cireneu
Pode tomar-lhe o peso…
Mas foi Jesus quem morreu,
Apesar de estar ileso.
Foi na cruz que morreu…
E nela, Ele nos salvou
E o Pai estando no céu
Com amor… O ressuscitou.
Era a semente da vida…
Semente que frutificou,
Eis na cruz a morte vencida,
Na cruz, a vida… germinou.
FOI NA CRUZ I
Foi na cruz que um dia,
Alguém morreu por nós.
Não tinha culpa... mas morria
P'ra morrer com Ele a voz.
Foi exemplo de amor,
Foi amor exemplar...
Suportou no corpo a dor,
Foi morto... por amar.
Morreu e era inocente,
E nós sempre O culpámos,
Por amar toda a gente?
E nós nunca O amámos!?...
O amor é verdadeiro,
Enraizado numa cruz...
Numa cruz ou num madeiro...
Foi lá que morreu Jesus.
S.P.
Alguém morreu por nós.
Não tinha culpa... mas morria
P'ra morrer com Ele a voz.
Foi exemplo de amor,
Foi amor exemplar...
Suportou no corpo a dor,
Foi morto... por amar.
Morreu e era inocente,
E nós sempre O culpámos,
Por amar toda a gente?
E nós nunca O amámos!?...
O amor é verdadeiro,
Enraizado numa cruz...
Numa cruz ou num madeiro...
Foi lá que morreu Jesus.
S.P.
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
Foi...
Foi esse teu olhar...
Meigo, terno, cativante,
Que eu fixei e sem querer
Calculei um breve instante
Nesse olhar que tu me deste.
Foi esse teu sorriso...
Que me deu luz certamente
Que eu respondi sem ser preciso,
E achei-me tão perto de ti
Que te sorri novamente.
Com o teu sorriso e olhar
Eu senti-me especial...
E respondi de modo igual.
Sem saber, sem fingimento
E sem querer acreditar
Que de um sorriso e um olhar
Brotasse algum sentimento,
E pudesse alguém amar,
A quem olha e quem sorri.
E eu...sem querer acreditar,
Comecei a amar-te a ti.
S.P.
Meigo, terno, cativante,
Que eu fixei e sem querer
Calculei um breve instante
Nesse olhar que tu me deste.
Foi esse teu sorriso...
Que me deu luz certamente
Que eu respondi sem ser preciso,
E achei-me tão perto de ti
Que te sorri novamente.
Com o teu sorriso e olhar
Eu senti-me especial...
E respondi de modo igual.
Sem saber, sem fingimento
E sem querer acreditar
Que de um sorriso e um olhar
Brotasse algum sentimento,
E pudesse alguém amar,
A quem olha e quem sorri.
E eu...sem querer acreditar,
Comecei a amar-te a ti.
S.P.
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
BEIJO...
| Um beijo é loucura de amor Que se sente por dentro. Desejo ser louco por ti... Esquecendo essa dor, Que me traz o amor em cada momento. E em teus lábios sentir, Que não estou sózinho, apesar do tempo... Apesar do tempo fugir, Eu corro atrás dele, ao sabor do vento. Sentir o que sinto é magia Que traz junto a dor... Mas sinto também a alegria, De um beijo trocado... Que fala de amor. E um beijo com vontade dado Sobrepõe-se à mágoa que sentirei. Um beijo nem sequer é pecado... E posso dizer...por te ter beijado... Que na verdade gostei. |
Acordei cedo...
| Abri os olhos para mais um dia, Não sei se havia nuvens ou sol, Fiquei contente...só porque os abria... Fiquei pensativamente deitado, Como quem não sabe ou não sente, Como uqem a dormir anda acordado, À espera de ouvir na mente... O nome esquecido...mas não chamado. Acordei cedo.... Ouvi passar um carro... Acendi a luz.... Fumei mais um cigarro... Os olhos que então abrira...fechei Elevei às alturas...o pensamento, Acordei cedo...para quê?...não sei... Virei-me...e adormeci nesse momento. S.P. |
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
Auto-retrato
| Nem ódio,rancor ou indiferença, Trago presente no coração... As vozes não se apagam... Na janela da minha infância, Nem encontro dor de expressão. As lágrimas vertidas... Destes olhos com visão... Pelas faces escorridas, São dor do coração. Injustas as raizes... Que nesta face, Hastes de angústia... Formam novas cicatrizes. s.p. |
terça-feira, fevereiro 07, 2006
TALVEZ
Talvez amanhã possa eu ser,
Aquele que hoje não consegui,
Talvez amanhã possa eu viver
O sentimento que hoje senti.
Unido ao teu num aperto,
Sentir o coração saltitar…
Talvez o que sinto, hoje por dentro,
Possa amanhã senti-lo ao amar…
Talvez nem amanhã seja…
Talvez seja só depois,
Mas quando se ama e se beija,
No amor somos só dois.
Talvez amanhã termine,
O que hoje começámos,
Mas basta que te imagine,
Pra sentir que nos amamos.
O amor deixa sinais,
E traz a dor da saudade,
Amar, amo-te sempre mais,
E amanhã…
Só te desejo a felicidade.
Talvez…sempre existirá,
Como existe em nós os dois,
A vontade de sentir…
Ontem, hoje, amanhã e depois.
Aquele que hoje não consegui,
Talvez amanhã possa eu viver
O sentimento que hoje senti.
Unido ao teu num aperto,
Sentir o coração saltitar…
Talvez o que sinto, hoje por dentro,
Possa amanhã senti-lo ao amar…
Talvez nem amanhã seja…
Talvez seja só depois,
Mas quando se ama e se beija,
No amor somos só dois.
Talvez amanhã termine,
O que hoje começámos,
Mas basta que te imagine,
Pra sentir que nos amamos.
O amor deixa sinais,
E traz a dor da saudade,
Amar, amo-te sempre mais,
E amanhã…
Só te desejo a felicidade.
Talvez…sempre existirá,
Como existe em nós os dois,
A vontade de sentir…
Ontem, hoje, amanhã e depois.
Foi....
Foi um mero acaso...
Uma esperança iniqua;
Poder tocar tuas mãos...
Com um simples olhar.
Um sofrimento...
Uma dor...
Ah! O que a gente faz !?...
Não sei se é dor...
Se agonia...
Sinto um calor...
Que me alivia...
Que em rodeia e te envolve,
Algo que arde e não consome...
É um sofrimento?!...
É uma dor?!...
É...e tem um nome...
Chama-se amor.
Uma esperança iniqua;
Poder tocar tuas mãos...
Com um simples olhar.
Um sofrimento...
Uma dor...
Ah! O que a gente faz !?...
Não sei se é dor...
Se agonia...
Sinto um calor...
Que me alivia...
Que em rodeia e te envolve,
Algo que arde e não consome...
É um sofrimento?!...
É uma dor?!...
É...e tem um nome...
Chama-se amor.
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
VOA BEM MAIS ALTO
| "Não fiques na praia, com o barco amarrado, E medo do mar! Tudo aqui é miragem, Mas na outra margem : alguém a esperar! Como a onda que morre, sozinha na praia, Não fiques brincando! No ar confiante ensina o teu canto de ave voando! Voa bem mais alto, livre sem alforge Sem prata nem ouro, Amando este mundo, esta vida que é campo, E esconde um tesouro! Ninguém te ensinou,mas no fundo tu sentes, Asas p'ra voar! Nem que o céu se tolde e as nuvens impeçam Tu não vais parar! Há gente vivendo,tranquila e contente, Como eu já vivi! És águia diferente, céu azul, cinzento, Foi feito p'ra ti! Voa bem mais alto......" ( não sei quem é o autor mas adorei) |
terça-feira, janeiro 31, 2006
No teu olhar
| No teu olhar... Existe um brilho que me ilumina, Um canto lindo que me fascina, O teu olhar... No teu olhar... Espelho toda a minha ilusão, Alimento esta tão grande paixão, Com teu olhar... No teu olhar... Existe uma lágrima que me sorri, Existe a doçura que há em ti... Nesse teu olhar... Existe a vida alegre com que eu sonhei, Um sonho triste com lágrimas chorado, Um presente de mil beijos que te dei, Um futuro mais triste que o passado. Existes tu...de olhos verdes...esperança... Sorriso lindo como o de ninguém eu sei... Corpo adulto...no pensar de uma criança... Quem eu queria...mas quem já eu libertei. |
sábado, janeiro 28, 2006
Soneto do amor total
| "Amo-te tanto, meu amor... não cante O humano coração com mais verdade... Amo-te como amigo e como amante Numa sempre diversa realidade?. Amo-te afim, de um calmo amor prestante, E te amo além, presente na saudade. Amo-te, enfim, com grande liberdade Dentro da eternidade e a cada instante. Amo-te como um bicho, simplesmente, De um amor sem mistério e sem virtude Com um desejo maciço e permanente. E de te amar assim muito a amiúde, É que um dia em teu corpo de repente Hei de morrer de amar mais do que pude." In Livro de sonetos de Viniicus de moraes |
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